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STM aponta desafios para trem-bala PDF Imprimir E-mail

Leandro Nogueira

Notícia publicada na edição de 16/01/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 6 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
 
  • Fábio Rogério Cogita-se três alternativas: compartilhar os trilhos com o transporte de carga ou a atual faixa de terra para a instalação e ainda um novo traçado de linha férrea

A necessidade de alterar mais de 230 curvas para reduzir a sinuosidade que impõe limites à velocidade, custosas desapropriações, trechos que exigem corte e aterro, inclusive em rocha, que provocarão grandes movimentações de terra para a ampliação da faixa ferroviária; instalações de vias junto às várzeas e córregos que sofrem inundações e assoreamentos, transposição na capital do rio e marginal Pinheiros, além da limitação na velocidade ao compartilhar a área com trens metropolitanos. Essa é apenas uma parte dos problemas que precisarão ser sanados para a instalação do trem de passageiros para ligar Sorocaba a São Paulo. O atual governo do Estado, liderado por Geraldo Alckmin (PSDB), quer fazer dos trens regionais a marca da sua administração.

As questões a serem resolvidas foram apontadas por um levantamento da própria Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos (STM) e Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Elas constam no caderno “Ligações ferroviárias regionais: considerações preliminares e de diretrizes”, disponível para consulta no site da STM. O passo seguinte após o levantamento que consta no caderno é a contratação de uma empresa por cerca de R$ 1 milhão para elaborar, no prazo aproximado de um ano, os estudos de viabilidade técnica, operacional e ambiental de inserção urbana e projeto funcional. O edital para tal contratação foi publicado em outubro do ano passado. Quando o estudo estiver pronto, a STM e a CPTM definirão os traçados e outras características que considerar viáveis, técnica e economicamente.

Segundo a STM, a linha Sorocaba-São Paulo também será utilizada por passageiros de Mairinque, São Roque, Alumínio, Votorantim, Itu e Salto. Conforto e regularidade na prestação desse serviço são apenas duas das condições consideradas indispensáveis para atrair usuários para o serviço. O levantamento aponta a necessidade de adotar soluções em trechos junto às várzeas de rios e córregos que ainda sofrem inundações e assoreamentos, provocados pelo rápido acúmulo de águas, não drenadas e não absorvidas adequadamente nas áreas urbanas, muito impermeabilizadas.

 

Sorocaba em 2º plano?

 

Em reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, na última segunda-feira, dia 10, o novo secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, declarou que se fracassar a licitação do governo federal para o trem-bala que ligará São José dos Campos a Capital e Campinas a Capital, o governo do estado vai implantar tais itinerários com um trem de 180 km/h. Já, se houver avanço do trem-bala, vai priorizar os eixos entre São Paulo, Santos e Sorocaba como complementos. Na própria segunda-feira, o Cruzeiro do Sul questionou a STM como ficaria a prioridade para Sorocaba se não houver avanço do trem-bala do Governo Federal. A resposta foi que o secretário não poderia atender e nem pela assessoria de imprensa essa questão específica foi respondida. “O que sonho como marca do Geraldo? A volta dos trens regionais”, foram palavras do novo secretário Jurandir Fernandes à Folha de S.Paulo.

 

Opções de traçado

 

O secretário Fernandes falou à Folha de S.Paulo no aproveitamento de boa parte da via férrea já existente. O levantamento da própria STM e CPTM apresenta três alternativas: compartilhar os trilhos com o transporte de carga; compartilhar a atual faixa de terra para a instalação de novos trilhos; ou ainda um novo traçado de linha férrea. O compartilhamento das linhas entre os trens de carga e os de passageiros não é considerado apresentado como viável por conta da intenção de expandir o transporte de cargas ferroviárias e os corredores de exportação.

Quanto à construção de um novo traçado, recomenda-se a possibilidade de compartilhar as faixas de terra já destinadas ao uso ferroviário. O compartilhamento da faixa de terra que pertence à ferrovia é recomendada com a observação da necessidade de corrigir curvas, traçado de rampas, o uso de área sob concessão federal, além de desapropriações. Observa que os espaços vizinhos à ferrovia pode resultar em perfil de curvas e rampas e extensões não viáveis aos desempenhos de velocidade que resultem em tempos competitivos de viagem.

Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=39&id=385943

 
Ampliação da malha ferroviária no país cria oportunidades PDF Imprimir E-mail
02/08/2010 - Mercado de trabalho: Empresas treinam nova geração para suprir carência de profissionais especializados.

Por Maurício Oliveira, para o Valor, de São Paulo

Aos 72 anos, o aposentado José Nunes ficou emocionado ao saber que a neta Flaviaine Pereira, 24 anos, trabalharia no setor de ferrovias. Ele atuou por muitos anos na manutenção de estradas de ferro, mas se viu obrigado a abandonar a profissão após ter sido demitido durante uma crise do setor. Formada em engenharia de produção, Flaviaine superou 200 outros candidatos que disputavam cada vaga do curso de especialização em engenharia ferroviária da Vale, empresa que administra mais de dez mil quilômetros de ferrovias no país. Durante três meses, entre outubro e dezembro do ano passado, ela mergulhou em uma rotina de dez horas diárias de aulas, palestras com gestores e especialistas da empresa e visitas técnicas nos fins de semana, além de ter que estudar para pelo menos duas provas semanais.

Ao final do curso, foi contratada para o cargo de engenheira ferroviária do setor de planejamento e controle de manutenção de via. "Estou encantada com as perspectivas da carreira. Tenho certeza de que o setor ferroviário brasileiro viverá nos próximos anos um período de grande expansão e muitas oportunidades para quem atua na área", diz a mineira de Itabira - por coincidência, berço também da empresa para a qual ela trabalha. Solteira e sem filhos, Flaviaine mora em Belo Horizonte, mas viaja com frequência e está em vias de se transferir para o interior do estado. "Uma das premissas dessa carreira é a disponibilidade para mudanças, muitas vezes para pequenas cidades", diz.

A expectativa geral de quem acompanha o setor de logística é de que as oportunidades ligadas às ferrovias - tanto na administração quanto na construção da infraestrutura e dos equipamentos - multipliquem-se gradualmente com a anunciada expansão da malha do país e a necessidade de aprimorar a produtividade das empresas que atuam no setor. O país ainda usa pouco o transporte ferroviário em comparação a outras potências econômicas e a tendência é de que o déficit seja reduzido nos próximos anos por uma questão de competitividade. "O profissional que decide fazer carreira na área de ferrovias não pode ter pressa para subir na carreira. O ritmo é tradicionalmente mais lento, com processos complexos e de longo prazo", alerta o coordenador do MBA em gestão logística da Fipecafi, instituição ligada à FEA/USP, João Bio. Ele foi estagiário da Fepasa e trabalhou por 12 anos no Metrô de São Paulo. "Um dos problemas que engessam o setor em termos de oportunidades de carreira é a dificulda de para a entrada de novas empresas", diz Bio.

Esse fator, contudo, não tem impedido, a criação de postos de trabalho, especialmente nas grandes empresas que já participam ativamente do esforço para ampliar a malha e aprimorar a qualidade dos serviços prestados. Além do curso de formação voltado a engenheiros de qualquer área que queiram se especializar no setor ferroviário - caminho seguido por Flaviaine -, outra porta de entrada na Vale é o programa de trainees. Para os jovens que conseguem passar pelo funil, as perspectivas são promissoras. A empresa já anunciou que planeja investir cada vez mais em estruturas de logística, tanto como apoio para as atividades de mineração quanto para a prestação de serviços terceirizados - a área de transporte ferroviário de cargas faturou US$ 1,3 bilhão no ano passado.

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